Mulher que morreu na mesa de cirurgia revela visão assustadora que teve ao ‘deixar seu corpo’
Em 1991, um caso médico sem precedentes chamou a atenção tanto da comunidade médica quanto daqueles interessados em experiências de quase-morte. Pam Reynolds Lowery, uma cantora e compositora de 35 anos de Atlanta, Geórgia, passou por uma complexa cirurgia cerebral que exigiu que seu corpo fosse levado a um estado de morte clínica.
Diante de um aneurisma cerebral potencialmente fatal, Reynolds concordou em se submeter a uma operação de parada circulatória, um procedimento cirúrgico radical que desafiou os limites da ciência médica. A equipe cirúrgica, liderada por especialistas, executou uma sequência de passos precisamente coreografada, que incluía resfriar seu corpo a 10 graus Celsius, parar seu coração e drenar o sangue de sua cabeça.
Durante o procedimento, os olhos de Reynolds foram selados com fita cirúrgica, e fones de ouvido especiais foram inseridos, produzindo cliques para monitorar a responsividade do seu cérebro. Essas precauções médicas criaram o que deveria ter sido um completo apagão sensorial para a paciente.
“Eu estava olhando para baixo, para o corpo. Eu sabia que era meu corpo, mas eu não me importava”, Reynolds relatou mais tarde. Do que ela descreveu como um ponto de vista próximo ao ombro do cirurgião, ela observou detalhes da operação que pareceriam impossíveis para alguém em sua condição saber. “Meu ponto de vista era como se estivMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.