Homem diagnosticado com câncer de pulmão mortal compartilha o único sinal sutil que quase ignorou
O uso histórico de amianto na indústria da construção continua a afetar trabalhadores décadas depois, como mostra o recente diagnóstico de Malcolm Ledgar, um ex-construtor de 64 anos de Nottingham, na Inglaterra. Sua história destaca as consequências de longo prazo da exposição ocupacional a materiais perigosos nas décadas de 1970 e 1980.
A trajetória de Ledgar começou quando ele tinha 15 anos, como aprendiz de marceneiro em uma empresa localizada em Cheshire. “Nas décadas de 70 e 80, você sempre pegava os trabalhos mais pesados no primeiro ano como aprendiz. Sempre tinha que derrubar paredes ou fazer reparos. Naquela época, ninguém sabia o quão perigoso o amianto era. Não havia equipamentos de proteção individual ou nada parecido”, explicou.
Malcolm Ledgar, de 64 anos, revelou que quase ignorou um sintoma sutil do câncer (PA Real Life).
Depois de trabalhar por oito anos na empresa, Ledgar seguiu outro caminho, mas os impactos da exposição ao amianto permaneceram desconhecidos por décadas. A morte de um ex-colega, devido a um caso suspeito de asbestose, o levou a realizar exames regulares de raio-X nos pulmões. No entanto, esses check-ups foram interrompidos em 2009, quando ele se mudou para Nottingham.
Em março de 2023, Ledgar fez um novo raio-X, que não revelou nenhum problema. Contudo, em setembro do mesmo ano, ele percebeu um sintoma incomum. “Começou com uma dorzinha sob a costela direita, apenas uma dor incômoda”, relatou. Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.