Família descobre, após morte de menino, que ele não tinha um órgão importante

📅 21/03/2025 👁️ 4 visualizações 🏷️ Saúde
Pais descobrem, após menino morrer, que ele não tinha órgão importante

Riley MacDonald, um adolescente de 13 anos de Toton, em Nottinghamshire, Inglaterra, acordou cheio de energia na manhã de 9 de outubro para ir à escola. Horas depois, ele daria seu último suspiro em um leito hospitalar, vítima de uma pneumonia que evoluiu para choque séptico e parada cardíaca. A causa por trás da velocidade assustadora da infecção só foi descoberta meses depois, quando o laudo do legista revelou uma ausência crucial: Riley não tinha baço, órgão vital para o combate a infecções.

A mãe do jovem, Sally Martin, de 42 anos, descreve o filho como uma criança saudável, cheia de vida, apaixonada por futebol e kickboxing. Naquele dia, porém, algo estava errado. Riley acordou normalmente, mas vomitou a caminho da escola. “Mandei ele descansar. Ele dormiu quase o dia todo, com sintomas parecidos com os de uma gripe”, conta Sally. A situação piorou rapidamente: o garoto estava pálido, com manchas na pele e extremamente frio ao toque. Sally reconheceu os sinais de sepse e decidiu levá-lo ao pronto-socorro. No carro, Riley desmaiou e parou de respirar.

A equipe médica e o helicóptero de resgate chegaram rapidamente, mas os esforços para salvá-lo foram em vão. “Tudo aconteceu de repente. Ele acordou bem e, à noite, já não estava mais aqui”, relata a mãe. A família só descobriu a ausência do baço de Riley em 24 de dezembro, quando o relatório do legista chegou. Sally questiona por que o órgão não é verificado durante os exames pré-natais de rotina.

O baço é responsável por filtrar o sangue, remover células danificadas e produzir anticorpos contra bactérias. Pessoas que nascem sem o órgão ou o perdem devido a traumas podem viver normalmente, mas precisam de acompanhamento médico contínuo. Segundo o sistema público de saúde do Reino Unido (NHS), essas pessoas recebem vacinas regulares e antibióticos preventivos para reduzir o risco de infecções graves. Se a condição de Riley tivMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.