Um fungo negro prospera dentro do reator de Chernobyl, onde não deveria haver vida
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O interior do reator número quatro de Chernobyl permanece como um dos ambientes mais extremos já criados pela ação humana. A radiação elevada, a poeira contaminada e a estrutura degradada tornam a permanência humana limitada a períodos curtos. Ainda assim, nesse cenário hostil, um organismo microscópico encontrou condições para se desenvolver. Trata-se de um fungo escuro, de aparência aveludada, conhecido como Cladosporium sphaerospermum, que cresce diretamente sobre superfícies altamente contaminadas.