“Turistas atiradores” ricos teriam pago 90 mil dólares para atirar em pessoas em viagens de “safári humano”
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O cerco de Sarajevo, entre 1992 e 1995, já é lembrado como um dos episódios mais violentos da guerra da Bósnia. No entanto, novas acusações levantadas por um escritor italiano adicionam um elemento ainda mais perturbador ao que já se sabia sobre esse período. A investigação aponta para a existência de visitantes estrangeiros que teriam viajado até a região apenas para atirar em civis, pagando valores altíssimos para participar do que teria funcionado como um macabro “safari humano”.