Trump causa polêmica ao dizer que a polícia agora “pode fazer o que quiser”
Uma movimentação política inesperada agitou os Estados Unidos na última segunda-feira, 11 de agosto. O presidente Donald Trump, durante uma coletiva de imprensa marcada pelo tom forte, revelou planos de colocar o departamento de polícia de Washington, D.C., sob controle federal.
Trump, atualmente com 79 anos, justificou a medida como necessária para enfrentar o que chamou de “gangues violentas e criminosos sanguinários” na capital do país.
Ele declarou que, diante dessa situação, os policiais teriam agora permissão para “fazer o que diabos quiserem”. O presidente direcionou críticas duras à prefeita da cidade, Muriel Bowser, acusando-a de não conseguir reduzir as taxas de criminalidade em uma cidade que ele classificou como “uma das mais perigosas do mundo”.
Essa afirmação contrasta com os dados oficiais mais recentes divulgados pela rede ABC. As estatísticas indicam uma queda geral de sete por cento nos crimes em Washington desde o ano passado. Crimes violentos diminuíram 26 por cento, enquanto delitos contra a propriedade caíram cinco por cento.
“Estamos aqui com um propósito muito sério. Muito sério, muito”, enfatizou Trump no início do pronunciamento. Ele afirmou que algo estava “fora de controle”, mas prometeu resolver a situação rapidamente, comparando-a com ações na fronteira sul. “Anuncio uma ação histórica para resgatar a capital da nossa nação do crime, derramamento de sangue, caos, miséria e coisas piores. Este é o Dia da Libertação em D.C., e vamos recuperar nossa capital.”
Para executar o plano, Trump designou Pam Bondi, ex-procuradora-geral da Flórida, para assumir o comando do Departamento de Polícia Metropolitana. Terry Cole, ex-administrador da DEA, foi nomeado como comissário federal interino.
O presidente descreveu uma cidade tomada por “gangues violentas e criminosos sanguinários, multidões errantes de jovens selvagens, maníacos drogados e pessoas em situação de rua”. Ele alegou ter observado pessoamente inúmeras situações em que membros do público cuspiam em policiais sem que houvMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.