Quais são os nomes de bebês que são proibidos no Brasil e no mundo?
Em vários países, escolher o nome de um bebê não é uma decisão totalmente livre. Em alguns lugares, o Estado pode interferir quando considera que o nome pode expor a criança ao ridículo, soar ofensivo, parecer um título oficial ou contrariar regras culturais e linguísticas. O resultado é uma coleção curiosa de casos reais: nomes que parecem saídos de uma lista de apostas improváveis, mas que chegaram mesmo aos cartórios.
Na Nova Zelândia, as autoridades costumam barrar nomes que lembram títulos, cargos ou posições oficiais. Em listas recentes de nomes recusados apareceram King, Prince, Princess, Queen, Bishop, Major, Justice, Duke, Rabbi, Sovereign e até III. O país também já recusou Lucifer, além de nomes ligados a variedades de cannabis, como Indica e Sativa. A regra local busca evitar nomes ofensivos, exageradamente longos, com símbolos ou que possam dar a entender uma autoridade que a pessoa não tem.
Quando o nome vira problema legal
No México, o estado de Sonora ganhou atenção internacional ao proibir uma série de nomes considerados capazes de causar humilhação. A lista incluía Facebook, Twitter, Yahoo, Harry Potter, Rambo, Robocop, Burger King, Hitler, Email, Virgin, Christmas Day e Circumcision. Segundo Cristina Ramírez, diretora do Registro Civil de Sonora, a medida era “para proteger as crianças” e evitar que elas sofressem bullying na escola.
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