Primeiros escaneamentos 3D do Titanic revelam novos detalhes sobre as últimas horas do navio há 113 anos
Há mais de um século, o RMS Titanic naufragou no Oceano Atlântico Norte, mas só agora a tecnologia permitiu revelar seus segredos como nunca. No dia 14 de abril de 1912, quatro dias após partir de Southampton, na Inglaterra, com destino a Nova York, o navio colidiu com um iceberg às 23h40. Duas horas e quarenta minutos depois, ele desapareceu nas profundezas, levando consigo mais de 1.500 vidas e deixando cerca de 700 sobreviventes.
Desde então, seus destroços repousam a 3.810 metros abaixo da superfície, envoltos em mistérios que desafiam historiadores e exploradores. Agora, um avanço revolucionário em escaneamento 3D trouxe à tona uma reconstrução digital que promete reescrever partes dessa história.
A novidade foi possível graças a uma colaboração entre a National Geographic e a Atlantic Productions, que resultou no documentário Titanic: The Digital Resurrection. O filme apresenta um “gêmeo digital” do navio, criado a partir do maior escaneamento subaquático em 3D já realizado.
Você pode ver o “gêmeo digital em tamanho real” em Titanic: The Digital Resurrection (YouTube/National Geographic).
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