Por que a mulher que matou a amiga grávida e sequestrou o bebê dela teve o pedido da última refeição no corredor da morte negado.
Taylor Parker entrou para um dos casos criminais mais perturbadores dos Estados Unidos depois de assassinar Reagan Simmons-Hancock, uma jovem de 21 anos que estava grávida de 35 semanas. O crime aconteceu em outubro de 2020, no Texas, e chocou até investigadores acostumados a lidar com cenas violentas.
Reagan era mãe e esperava sua segunda filha, que se chamaria Braxlynn Sage Hancock. Parker, então com 27 anos, havia criado uma elaborada farsa em torno de uma gravidez que não existia. Segundo o caso apresentado pelas autoridades, ela fingiu estar grávida por meses, enganando pessoas próximas e sustentando uma mentira que terminaria de forma brutal.
Depois de matar Reagan, Parker abriu o abdômen da vítima e retirou o bebê, tentando apresentar a criança como se fosse sua filha recém-nascida. Pouco depois, ela foi parada pela polícia por dirigir de forma irregular. Aos agentes, afirmou que havia acabado de dar à luz dentro do carro. A história, porém, começou a desmoronar rapidamente.
O bebê foi levado para atendimento, mas não sobreviveu. As autoridades confirmaram que a criança era filha de Reagan. Parker foi presa e acusada de homicídio qualificado, homicídio e sequestro. Em 9 de novembro de 2022, ela foi condenada à morte.
Tayler Parker (na foto) matou Reagan Simmons-Hancock após fingir uma gravidez (Netflix)A falsa gravidez que levou ao crime
O caso ganhou nova repercussão após virar tema do documentário Instinto Materno netflix, da Netflix. A produção aborda não apenas o assassinato, mas também a sequência de mentiras criadas por Parker antes do crime.
Segundo o documentário, Parker não podia ter filhos e já havia fingido outras gestações usando diferentes identidades. A falsa gravidez teria sido mantida com detalhes suficientes para convencer pessoas ao seu redor, criando uma espécie de encenação prolongada que culminou no ataque contra Reagan.
O caso também expôs o sofrimento da família da vítima, especialmente pelo modo como o corpo de Reagan foi encontrado. A jovem estava em uma fase avançada da gestação e havia preparado a chegada da filha, cujo nome já estava escolhido. A violência do crime fez com que o julgamento tivMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.