Novos detalhes perturbadores surgem após a morte de uma jovem de 21 anos em um salto com corda, depois que funcionários se esqueceram de prender a corda

📅 15/06/2026 👁️ 2 visualizações 🏷️ Variedades
Novos detalhes perturbadores surgem após a morte de uma jovem de 21 anos em um salto com corda, depois que funcionários se esqueceram de prender a corda

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, transformou uma prática associada à aventura em um caso policial de grande repercussão no Brasil. A jovem, moradora de Jandira, em São Paulo, morreu no sábado, 13 de junho, durante um salto de rope jump na chamada Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior paulista. O local é conhecido por atrair pessoas interessadas em experiências radicais, especialmente saltos feitos a partir da estrutura da ponte.

Poucas horas antes, Maria Eduarda havia demonstrado entusiasmo nas redes sociais. Em uma de suas últimas publicações, feita minutos antes do salto, ela compartilhou uma imagem do banner da empresa responsável pela atividade e escreveu: “Quem foi a louca que me deixou pular de uma ponte?”. A frase, que naquele momento soava como brincadeira diante da adrenalina, passou a circular depois da tragédia com um peso completamente diferente.

Imagens gravadas no local mostram dois funcionários carregando Maria Eduarda na posição conhecida como “Superman”, com o corpo estendido, antes de lançá-la da ponte. Segundo os relatos divulgados, a corda de segurança não teria sido conectada ao arnês da jovem. Em poucos segundos, pessoas que acompanhavam a cena começaram a gritar: “A corda, gente, a corda!”. A queda ocorreu de uma altura estimada em 40 metros. Maria Eduarda sofreu múltiplas fraturas e teve a morte constatada ainda no local por equipes dos bombeiros e do atendimento médico.

O que é rope jump

O rope jump costuma ser confundido com o bungee jump, mas os dois funcionam de maneiras diferentes. No bungee jump, a pessoa salta presa a uma corda elástica, que se estica e provoca o movimento de retorno, fazendo o corpo “quicar” após a queda. No rope jump, a corda usada é mais parecida com equipamentos de escalada e interrompe a queda de forma controlada, transformando o movimento em um balanço pendular.

Justamente por envolver altura, velocidade e risco elevado, a prática depende de uma sequência rígida de procedimentos. O arnês precisa estar bem ajustado, os equipamentos devem ser compatíveis com o peso do participante e a corda precisa estar corretamente presa antes do lançamento. Também é esperado que haja uma checagem final, feita de forma clara, antes de qualquer pessoa ser arremessada.

No caso de Maria Eduarda, Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.