Mulher sofreu uma das piores mortes possíveis ao ser devorada viva por um urso enquanto falava ao telefone com a mãe
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Imagine uma caminhada tranquila num verão siberiano. O ar puro, o rio correndo suavemente, a paisagem imensa. Foi assim que começou o passeio de Olga Moskalyova, de apenas 19 anos, e seu padrasto, Igor Tsyganenkov, em agosto de 2011, na remota região de Petropavlovsk-Kamchatsky, no extremo leste da Rússia. Um momento de conexão com a natureza que, tragicamente, se transformaria num cenário de horror absoluto, transmitido ao vivo por um telefone celular.