Motorista de entregas que matou menina de 7 anos vai passar a vida em uma das prisões do corredor da morte mais brutais dos EUA
Tanner Horner, o ex-motorista da FedEx condenado pelo sequestro e assassinato de Athena Strand, de 7 anos, agora deve passar seus últimos anos em uma das prisões mais duras dos Estados Unidos. O caso, que chocou o Texas em 2022, voltou aos holofotes depois que Horner, aos 34 anos, recebeu a sentença de morte.
Athena desapareceu em novembro de 2022, perto de Fort Worth, no Texas. Naquele dia, Horner havia feito uma entrega na casa da família, levando um presente de Natal. Pouco depois, a menina foi levada de sua residência. Dois dias mais tarde, o corpo da criança foi encontrado não muito longe de onde ela vivia.
Horner foi preso e acusado de sequestro agravado e homicídio capital. No tribunal, ele se declarou culpado. A sentença de morte decidiu não apenas seu destino jurídico, mas também o local onde ele aguardará a execução: a Unidade Polunsky, no Texas, conhecida por abrigar presos no corredor da morte em condições extremamente rígidas.
A prisão que abriga condenados à morte
A prisão é uma das mais brutais dos Estados Unidos.
A Unidade Polunsky é frequentemente citada entre as prisões mais severas dos Estados Unidos. O local recebe homens condenados à morte no Texas e funciona sob um regime de isolamento intenso. Para muitos detentos, a rotina se resume a uma cela pequena, vigilância constante e pouquíssimo contato humano.
Segundo relatos sobre o funcionamento da prisão, os condenados podem passar até 22 horas por dia confinados. As celas têm cerca de 5,6 metros quadrados. Dentro delas, o espaço é ocupado por uma cama metálica, um colchão fino, uma mesa de metal, um vaso sanitário e uma pia. Tudo fica muito próximo, formando um ambiente apertado, frio e repetitivo.
Horner deverá comer todas as refeições dentro da própria cela. Diferentemente de outras unidades prisionais, onde alguns detentos têm acesso a áreas comuns ou formas limitadas de entretenimento, os presos do corredor da morte na Polunsky vivem com restrições mais severas. O acesso a objetos pessoais é mínimo. Entre os poucos itens permitidos estão papel e caneta para escrever, além de materiais de leitura.
A rotina também é marcada pela vigilância constante. Como a unidade abriga condenados por crimes graves, incluindo homicídios, os funcionários monitoram os presos com frequência durante o dia e a noite. Essa supervisão contínua, segundo relatos, pode dificultar o sono regular dos detentos, já que as checagens noturnas interrompem o descanso.
Isolamento, banho e exercício em jaulas
Tanner Horner foi condenado à morte no início desta semana.
O tempo fora da cela também é limitado. Em geral, os presos podem sair por cerca de uma hora por dia para exercício, mas mesmo Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.