Homem que teve ‘partes do cérebro no chão’ após erro comum explica o momento em que tudo deu errado

📅 28/04/2025 👁️ 1 visualizações 🏷️ Variedades
Homem que teve

Em 2018, durante uma viagem de amigos na Tailândia, o influenciador fitness Adam Elnekaveh, então com 30 anos, viveu uma experiência que redefiniu completamente seu futuro. O que começou como uma celebração pelo lançamento de seu novo aplicativo de saúde terminou em tragédia, após um acidente de moto que quase custou sua vida. A decisão de retirar o capacete, mesmo após ser multado pela polícia por não usar o equipamento, resultou em consequências que ele jamais esquecerá.

Naquele dia, Adam e seu melhor amigo estavam explorando as ruas tailandesas de moto quando decidiram trocar de veículo após problemas mecânicos. Confiante por ser um motociclista experiente, Adam acelerou para provocar o amigo, em um momento de brincadeira que rapidamente saiu do controle. O desfecho foi um choque violento contra o asfalto. A queda foi tão grave que parte de seu crânio se rachou, expondo o cérebro, e óleo vazado da moto penetrou em seus tecidos cerebrais. O acidente o colocou em coma imediatamente, com prognósticos sombrios: médicos alertaram que ele provavelmente nunca recuperaria os movimentos ou a consciência.

Os entes queridos de Adam foram informados de que ele poderia nunca mais acordar (Instagram/Adamrosevision)

Os entes queridos de Adam foram informados de que ele poderia nunca mais acordar (Instagram/Adamrosevision)

Dez dias depois, contra todas as expectativas, Adam abriu os olhos em um apartamento na Tailândia, surpreso ao ver seus pais, que haviam viajado urgentemente dos Estados Unidos. Sua primeira memória pós-coma foi a visão de profissionais de saúde avaliando se ele poderia continuar se recuperando em casa, sem necessidade de internação. Os médicos, que semanas antes haviam entregado documentos de cuidados paliativos à família, ficaram perplexos com sua melhora. “Eles chegaram a pedir desculpas aos meus pais”, revelou Adam em entrevista.

O caminho para a recuperação, porém, foi longo. O ex-fisiculturista precisou reaprender a caminhar, lidar com perda de memória e enfrentar sequelas físicas permanentes. Quinze por cento de seu crânio foi substituído por uma placa de plástico, e até hoje ele enfrenta dificuldades para mover completamente o braço esquerdo e dobrar o joelho. “Consigo mexer os dedos e os pés, mas metade do meu corpo parece pesado, como se estivMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.