Homem que ficou sem dormir por um recorde de 264 horas sofreu efeitos bizarros que duraram anos depois

📅 20/02/2024 👁️ 4 visualizações 🏷️ História
Randy Gardner

Em 1963, Randy Gardner, um jovem de 17 anos dos Estados Unidos, embarcou em um experimento para quebrar o recorde mundial do maior tempo acordado. Junto com seu amigo de escola Bruce McAllister, Gardner tinha como objetivo testar os limites da resistência humana para o projeto da feira de ciências de sua escola. A decisão sobre quem ficaria acordado foi feita por um lançamento de moeda, que Gardner perdeu, obrigando-o a permanecer sem dormir, enquanto McAllister ficou acordado em solidariedade para monitorar a condição de seu amigo.

O experimento atraiu a atenção do Dr. William Dement, um pesquisador de sono de Stanford, e do Tenente Comandante John J. Ross, um médico da Marinha dos EUA, que observaram o estudo para documentar os efeitos da privação prolongada de sono. Nos primeiros dias do experimento, Gardner começou a exibir sinais notáveis de privação de sono, incluindo dificuldades com a fala, como observado em suas lutas com trava-línguas.

À medida que os dias sem dormir progrediam, a condição de Gardner piorava, experimentando mudanças de humor, dificuldades de concentração, perda de memória de curto prazo, paranoia e alucinações. Apesar desses desafios, atividades físicas como basquete e boliche eram usadas para mantê-lo acordado, com Dement observando que Gardner adormeceria imediatamente se fechasse os olhos.

Randy Gardner

Notavelmente, Gardner conseguiu ficar acordado por mais de 11 dias, totalizando 264,4 horas. Ao concluir o experimento, ele dormiu por 14 horas seguidas e relatou ter acordado sem se sentir atordoado. No entanto, os efeitos de longo prazo dMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.