Homem que acusou mãe de abuso sexual se pronuncia após teste de DNA em irmão bebê revelar resultados perturbadores

📅 04/08/2025 👁️ 63 visualizações 🏷️ Bizarro

Logan Gifford, hoje com 26 anos, vive uma busca por verdade que desafia os laços familiares mais básicos. Sua história, que começou com uma corajosa denúncia de abuso, tomou um rumo ainda mais complexo com uma investigação de paternidade envolvendo seu próprio irmão mais novo.

Tudo remonta a 2015. Aos 16 anos, Logan revelou ao mundo um segredo devastador: sua mãe, Doreene Gifford, o havia abusado sexualmente desde os seus 10 anos. As acusações levaram Doreene a julgamento. Ela optou por uma “Alford plea” – um recurso legal onde a pessoa não admite culpa, mas reconhece que as provas contra ela seriam suficientes para uma condenação.

Com base nisso, ela foi condenada por tentativa de agressão sexual, incesto e atos lascivos com criança menor de 14 anos, recebendo uma sentença de 8 a 20 anos de prisão. Além disso, ela foi registrada como infratora sexual no estado de Nevada.

Logan expressou, na época, um sentimento de alívio parcial, dizendo que enviá-la para a prisão foi “meio caminho andado para a vindicação”, pois ele acreditava ter resolvido o maior problema de sua vida. Porém, a história estava longe do fim.

Logan Gifford afirma ter sido abusado sexualmente pela mãe aos 10 anos (News 8)

Logan Gifford afirma ter sido abusado sexualmente pela mãe aos 10 anos (News 8)

Em julho de 2024, Doreene Gifford foi libertada sob condicional. Mas a liberdade durou pouco. Em janeiro seguinte, ela violou os termos de sua liberdade condicional ao entrar em contato com sua vítima – Logan. Após essa nova prisão, informações indicam que ela agora reside em Massachusetts, sem constar no sistema prisional do Condado de Clark.

Enquanto isso, Logan assumiu a responsabilidade de cuidar de seu irmão mais novo, hoje com 15 anos. A mãe deu à luz esse menino quando Logan tinha apenas 11 anos – uma época que coincide com o período do abuso. O irmão de Logan possui deficiências que exigem suporte adicional tanto em casa quanto na escola.

Uma dúvida angustiante começou a perseguir Logan: seria possível que seu irmão fosse, na verdade, seu filho biológico, fruto dos abusos sofridos? Determinado a buscar a verdade, ele pediu formalmente a um juiz da Vara de Família do Condado de Clark a realização de um teste de paternidade por DNA.

Os resultados, divulgados recentemente, trouxeram mais incerteza do que clareza. O teste foi considerado inconclusivo. Os resultados genéticos mostraram uma correspondência de 99,9% tanto com Logan quanto com seu pai. Isso ocorre porque um pai e um filho compartilham aproximadamente 50% do seu DNA com a criança, assim como irmãos completos também compartilham cerca de 50% do DNA entre si.

Essa similaridade genética elevada entre pai e filho (Logan) torna extremamente difícil distinguir qual deles seria o pai biológico da criança usando testes padrão.

Durante uma audiência no final de julho de 2024, o juiz Vincent Ochoa comentou que o resultado não era surpreendente. Ele afirmou que essa possibilidade já era esperada desde o início do processo. Diante da inconclusividade, o juiz autorizou Logan a realizar testes de DNA mais extensos e avançados, na esperança de obter um veredito mais claro sobre a paternidade.

Paralelamente à batalha científica, Logan trava uma batalha legal. Ele busca a guarda definitiva de seu irmão. Em uma página de arrecadação online, ele expõe sua luta, explicando que os recursos são necessários para cobrir os custos jurídicos da disputa de guarda e paternidade, os cuidados com seu irmão e também para apoiar esforços de conscientização sobre sobreviventes masculinos de abuso sexual.

Logan enfatiza que qualquer ajuda, seja uma doação ou simplesmente compartilhar sua história, faz diferença em sua busca por justiça e estabilidade familiar. A busca por respostas definitivas continua, marcada por uma dor do passado e uma incerteza presente.