Homem morre de forma misteriosa durante férias antes de a autópsia revelar que o “coração dele está desaparecido”

📅 01/12/2025 👁️ 1 visualizações 🏷️ Bizarro

A família de Michael Graley vive uma situação que continua a gerar dúvidas e desconforto. O britânico de 76 anos viajou para Chipre acompanhado da esposa, Yvonne, de 73 anos, e de outros familiares. A viagem seguia normalmente até o momento em que Michael começou a sentir câimbras na perna e foi levado às pressas para um hospital local.

Poucos minutos após dar entrada na unidade de saúde, os médicos informaram aos familiares que Michael havia morrido. O choque inicial foi seguido por ainda mais perguntas quando o corpo foi enviado de volta ao Reino Unido sem qualquer causa de morte registrada nos documentos oficiais. Segundo Yvonne, o grupo foi informado de que um patologista cipriota havia feito um exame post-mortem, mas sem identificar o motivo exato do falecimento.

Quando uma nova análise foi realizada no Rochdale Coroners’ Office, na Inglaterra, uma descoberta inesperada ampliou a inquietação da família. O coração de Michael não estava no corpo. O legista informou que o órgão havia sido removido, impedindo qualquer conclusão sobre o que realmente ocorreu.

“Disseram que alguém tinha retirado o coração do Michael e, por isso, não conseguem determinar a causa da morte”, contou Yvonne ao jornal britânico. “Fiquei tão chocada. Foi horrível.”

A polícia de Chipre afirmou que o coração tinha sido enviado para pesquisa, informação que os familiares dizem não ter recebido em momento algum. Segundo eles, a falta de comunicação e a ausência de justificativas claras tornaram a situação ainda mais dolorosa. As autoridades do Reino Unido confirmaram que o caso está sob investigação.

O episódio não é isolado. Outro caso semelhante ocorreu com Beth Martin, britânica de 28 anos que morreu durante uma viagem à Turquia no início do ano. Ela apresentou sinais de confusão mental e foi levada ao hospital, onde acabou falecendo. Quando o corpo retornou ao Reino Unido, um exame revelou que o coração também não estava presente.

A família de Beth declarou que não recebeu explicações ou qualquer pedido de consentimento sobre a remoção do órgão. Em uma campanha criada para ajudar nos custos, um texto relatou a indignação dos parentes: “Eles invadiram o corpo dela e levaram seu coração.”

Sem o órgão, determinar a causa da morte tornou-se inicialmente impossível. O viúvo, Luke, relatou que os acontecimentos formaram “a pior e mais traumática semana” de sua vida.

As autoridades turcas posteriormente afirmaram que Beth teria sofrido uma parada cardíaca causada por falência múltipla de órgãos e negaram que qualquer órgão tivesse sido retirado. O Ministério da Saúde do país reforçou que “não há qualquer questionamento sobre remoção de órgãos”.

Os dois casos continuam despertando atenção por envolverem turistas que morreram durante viagens internacionais e cujos corpos retornaram incompletos ao Reino Unido, alimentando questionamentos sobre procedimentos médicos, comunicação entre países e falhas nos protocolos após mortes no exterior.