Freddie Mercury deixou um presente final para a filha mantida escondida por 48 anos
Freddie Mercury deixou marcas que atravessaram gerações. No palco, virou sinônimo de presença, voz e teatralidade. Fora dele, construiu uma vida cercada por afetos, segredos e versões que continuam despertando curiosidade décadas depois de sua morte. Agora, uma biografia afirma que o vocalista do Queen teria deixado para trás algo muito mais íntimo do que discos, figurinos e gravações históricas: uma filha secreta e uma coleção de diários pessoais.
Mercury morreu em novembro de 1991, aos 45 anos, apenas um dia depois de tornar público que vivia com AIDS. Nascido em Zanzibar, atual Tanzânia, ele se estabeleceu como uma das figuras mais marcantes da música britânica ao liderar o Queen, banda formada em Londres que se tornaria uma das mais influentes da história do rock.
Embora nunca tenha falado publicamente sobre sua sexualidade em termos diretos, Freddie foi amplamente associado à comunidade LGBTQ+. Ao mesmo tempo, manteve uma relação profunda com Mary Austin, sua companheira de longa data e amiga próxima, a quem chamava de “esposa de direito comum”.
A filha mantida em segredo
Segundo o livro Love, Freddie, da escritora Lesley-Ann Jones, lançado em setembro de 2025, Mercury teria tido uma filha após um caso com a esposa de um amigo próximo. A mulher, identificada apenas como B, teria nascido cerca de 15 anos antes da morte do cantor e permanecido próxima dele até seus últimos dias.
A revelação chama atenção não apenas pelo impacto biográfico, mas pela forma como teria sido guardada por décadas. De acordo com o relato apresentado no livro, B afirma que Freddie esteve presente em sua vida desde o nascimento e que a relação entre os dois era próxima e afetuosa.
“Freddie Mercury era e é meu pai. Tivemos uma relação muito próxima e amorosa desde o momento em que nasci e ao longo dos últimos 15 anos de sua vida”, diz ela na obra.
Ela também reconhece que as circunstâncias de seu nascimento poderiam parecer incomuns ou até escandalosas para muitas pessoas, mas afirma que isso não teria diminuído o compromisso do cantor com ela. “Ele me adorava e era dedicado a mim. Ele me valorizava como um bem precioso.”
Os diários entregues depois de décadas
O ponto mais intrigante da história envolve um presente deixado por Mercury: 17 volumes de diários pessoais. Segundo B, esses cadernos continham pensamentos privados, lembranças e sentimentos do cantor sobre experiências que marcaram sua vida.
Esses diários teriam permanecido guardados por 48 anos antes de serem entregues à autora Lesley-Ann Jones, que os usou como base para construir sua biografia. Para B, tornar Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.