Família paga por eutanásia e descobre que cadela viveu com funcionária da clínica
Em março de 2026, a família de Rebecca Belote levou a cadela Cha Cha, uma pug de quatro anos, ao Senoia Animal Hospital, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, onde recebeu a recomendação de eutanásia. Meses depois, descobriu que o animal não havia morrido naquele atendimento e teria passado a viver com uma funcionária da clínica. O caso foi documentado pelo jornal local The Citizen e ganhou novos detalhes em entrevistas divulgadas em outubro.
A decisão após o diagnóstico
Cha Cha pertencia ao filho de 17 anos de Rebecca. Segundo a mãe, os dois eram inseparáveis: o adolescente carregava a cadela pela casa e os dois tinham até roupas combinando. No início de 2026, o animal passou a beber muita água, urinar frequentemente e apresentar fraqueza.
Em 4 de março, Mark Belote, marido de Rebecca, levou a pug à clínica. A família afirma que os profissionais diagnosticaram diabetes com cetoacidose diabética e disseram que seus órgãos estavam falhando. O tratamento teria custo elevado e prognóstico incerto, motivo pelo qual foi recomendada a eutanásia.
Mark permaneceu com a cadela durante a sedação, despediu-se e saiu acreditando que ela seria sacrificada. O jornal The Citizen examinou uma cobrança de US$ 716,50, que incluía consulta, exames, eutanásia e cremação coletiva, além de uma autorização para o procedimento datada daquele dia.
Rebecca, que trabalha como enfermeira, declarou que teria considerado cuidar da diabetes da cadela ou permitir que outra pessoa assumisse o tratamento se essa possibilidade tivMisterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.