Ex-funcionário da OceanGate afirma que CEO ignorou alertas antes da tragédia do submersível Titan por motivo chocante
Um novo documentário da Netflix, intitulado “Titan: O Desastre da OceanGate”, lançado em 11 de junho de 2024, está trazendo à tona detalhes perturbadores e novas informações sobre a trágica implosão do submersível Titan em junho de 2023.
O filme, já considerado por muitos espectadores como “traumático”, oferece um mergulho profundo nos eventos que antecederam o desastre e nas decisões questionáveis que o permitiram acontecer.
Um dos aspectos mais chocantes destacados no documentário são os supostos sons que os cinco ocupantes podem ter ouvido momentos antes do fim. Relatos sugerem que “estalos” ou “estouros” preocupantes ecoavam dentro da cabine durante a descida. Esses ruídos seriam um indicativo assustador da falha iminente da estrutura do veículo.
A bordo estavam o CEO da OceanGate, Stockton Rush; o bilionário britânico Hamish Harding; o explorador francês Paul-Henry Nargeolet; e o empresário paquistanês Shahzada Dawood junto com seu filho Suleman, de apenas 19 anos.
Investigações técnicas já haviam apontado que a causa direta da implosão foi uma falha catastrófica no casco de fibra de carbono do Titan.
No entanto, o documentário ilumina os repetidos alertas e preocupações internas que foram sistematicamente ignorados. Bonnie Carl, ex-diretora de Recursos Humanos e Finanças da OceanGate, emerge como uma voz crítica. Ela afirma categoricamente que a viagem “nunca deveria ter acontecido” e atribui a teimosia fatal ao desejo de fama de Stockton Rush.
Carl revela que Rush nutria uma profunda admiração por magnatas bilionários como Elon Musk (SpaceX) e Jeff Bezos (Amazon), aspirando ardentemente a se tornar um inovador de sucesso no mesmo patamar.
Segundo seu relato no filme, Rush se referia a eles com um termo vulgar e depreciativo, demonstrando sua fixação em alcançar Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.