Especialista em relacionamentos há 45 anos diz que todos os traidores têm um hábito em comum
A traição costuma ser vista apenas pelo estrago que deixa depois: a quebra de confiança, a dor, a sensação de que algo íntimo foi arrancado do lugar. Mas a psicoterapeuta belga Esther Perel, uma das vozes mais conhecidas no estudo de relacionamentos modernos, intimidade e desejo, observa um ponto que aparece repetidamente em casos de infidelidade: uma sensação que ela chama de “deadness”, algo próximo de “apagamento emocional” ou “entorpecimento afetivo”.
O termo parece pesado, quase fúnebre, mas descreve algo mais silencioso. Não significa necessariamente que o amor acabou. Em muitos casos, a pessoa ainda ama o parceiro, ainda valoriza a relação e ainda reconhece a história construída a dois. O problema é outro: uma impressão persistente de que alguma parte de si foi ficando sem movimento, sem novidade, sem desejo, sem presença.
A especialista em relacionamentos Jess Matthews, ao comentar as pesquisas de Perel, explica que Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.