Diretor de “Deixando Neverland” diz que Michael Jackson foi pior do que Jeffrey Epstein

📅 25/04/2026 👁️ 4 visualizações 🏷️ Entretenimento
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A produção de uma cinebiografia sobre uma das figuras mais icônicas da história da música costuma gerar grande expectativa, mas o novo filme Michael está mergulhado em uma onda de críticas antes mesmo de sua estreia definitiva.

O longa, dirigido por Antoine Fuqua, foca na trajetória de Michael Jackson, o Rei do Pop, interpretado por seu sobrinho na vida real, Jaafar Jackson. No entanto, a escolha do recorte temporal e a omissão de fatos polêmicos colocaram a obra no centro de um debate acalorado sobre ética e verdade no cinema biográfico.

O ponto principal de discórdia é a decisão dos realizadores de não incluir as inúmeras alegações de abuso sexual infantil que marcaram as últimas décadas da vida do cantor.

Enquanto o filme busca humanizar o artista e mostrar sua ascensão, críticos e diretores de documentários apontam que ignorar esses aspectos cria uma narrativa incompleta e higienizada. A recepção inicial da crítica especializada reflete Misterios do Mundo. Cópias não são autorizadas.