Acusações incomuns começaram a circular dentro das Forças Armadas dos Estados Unidos após uma ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã. Relatos de soldados indicam que alguns comandantes teriam associado a operação militar a uma missão religiosa, afirmando que o presidente Donald Trump estaria agindo sob uma espécie de propósito divino.
O episódio teria ocorrido após uma série de ataques lançados no final de fevereiro contra várias cidades iranianas. A operação militar resultou na morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e provocou forte instabilidade política em diferentes regiões do Oriente Médio.
Com a escalada do conflito, surgiram denúncias feitas por militares que afirmam ter ouvido discursos religiosos durante instruções e reuniões internas. As alegações foram encaminhadas à Military Religious Freedom Foundation, organização que atua em casos